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sábado, 15 de outubro de 2011

Perdão. O Melhor Antídoto Para o Câncer.






Por Maurício A Costa*


"Modificar paradigmas implica muita ousadia, pois exige mudanças de posições que na maioria das vezes se tornaram excessivamente arraigadas; uma decisão que para muitos pode caracterizar aparente fraqueza ou falta de personalidade, quando na verdade trata-se de um ato de coragem e grandeza, porque reflete bom senso para rever conceitos, humildade para alterar posturas e forte determinação para expor-se". (O Mentor Virtual - Pág. 96 - Ed. Komedi - Campinas-SP - 2008)
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Certa vez, fui visitar no hospital um amigo meu em estado terminal. Seu diagnóstico: câncer. Seu tempo de vida: poucas semanas. A origem da sua enfermidade: mágoa. A energia negativa que havia se acumulado ao longo de poucos  anos, devido a frustrações e decepções pessoais, profissionais e familiares. A mulher o havia abandonado por conta das restrições financeiras, e os filhos já não o tratavam com respeito. Patrocinador do evento: O excelentíssimo senhor Presidente da República daquela ocasião, o qual declino o nome por mera conveniência, pois o mesmo segue aí como Senador da República. Os sucessivos planos econômicos do seu governo haviam destroçado a empresa, que com muita luta aquele amigo havia construído. Agora, quase inerte sobre um leito, ele agonizava com uma doença irreversível, impotente diante da morte. Os políticos com certeza ignoravam o fato. Afinal isso não era culpa de ninguém isoladamente, diriam eles. É a conjuntura. É o sistema. Um impessoal, frio e maquiavélico sistema que como um Leviatã se sobrepõe a tudo e a todos, e deixa seus cidadãos passivos diante de enormes turbulências, pois o que é governo não tem cara nem dono.

Tantos anos depois, ao recordar esse evento, me entristeci momentaneamente, e ao mesmo tempo busquei aprendizagem com o fato. Me perguntei se valeria a pena identificar culpados nessa história, e se serviria para alguma coisa refletir sobre a situação do ponto de vista político, econômico, ou familiar. Cheguei rapidamente à conclusão que não. Um incômodo questionamento, no entanto, tomava conta de mim nos momentos que se seguiram: Quem seria, na verdade, o maior responsável pelo fim precoce daquele meu amigo? A resposta não tardou a brotar do fundo da minha alma: O meu amigo era o único responsável pelo seu lamentável final. Embora saibamos da total irresponsabilidade da maioria dos nossos governantes, independente do partido do qual façam parte, não podemos transferir-lhes a culpa por nossas atitudes covardes diante de descalabros como os que presenciamos nos dias atuais, pautados pela corrupção desvairada, o gasto excessivo, e o menosprezo diante dos clamores de um povo sufocado por impostos e encargos de toda ordem. Não. Meu amigo morreu porque não soube lidar com o perdão. Sim, o perdão. Essa palavrinha tão repetida diariamente por todos nós, mas ignorada na hora da sua aplicação de forma prática em nossas vidas.

O maior de todos os erros desse meu saudoso amigo não foi com relação à sua empresa. Foi com ele mesmo. Sim, com ele mesmo, repito, pois não soube perdoar. Ou melhor, não soube se perdoar. Torturou-se inicialmente por não haver sabido lidar com a carnificina imposta aos pequenos e médios empresários por um governo incompetente, hipócrita e  corrupto, comprometido com bancos que se saíram vencedores, como de costume. Auto-flagelou-se posteriormente por não saber lidar com a derrota diante da própria família ao ver o herói transformar-se em vilão. Entregou-se por fim, diante de uma doença fatal, que corrompe e destrói sem piedade todo organismo vivo, alimentada unicamente pela energia negativa que emana do comando cerebral de sua própria vítima, por conta de uma sequência de pensamentos corrosivos de dimensões desproporcionais, como o rancor, o medo, ou a insegurança.

Como citado algum tempo atrás pelo 'Mentor Virtual' no Facebook: "A corrupção é o resultado da ação de um conjunto de células degenerativas que se alojam dentro de um organismo saudável para dele extrair-lhe a vida. Sua proliferação ocorre por conta da ausência de comando, omissão diante do perigo, ou contaminação generalizada que se estabelece no sistema de um vegetal, um animal, uma empresa, um partido, ou uma nação. É assim que a beleza da vida se esvai e a destruição se estabelece. A inércia e a omissão são as principais cúmplices da morte."  A corrupção que afeta nossa sociedade, e por consequência nossos políticos, sobre a qual tanto falamos no dia-a-dia, é a mesma corrupção que nos consome. Nossa omissão diante de situações exigem palavras de comando para nós mesmos, repreendendo  a negatividade presente no medo, no rancor, ou na insegurança, que nos levam quase sempre a situações de imobilismo, típicas da tristeza extrema e da depressão. Em momentos difíceis, é imperativo superar as mágoas, e permitir que a alma conduza a vida. Deixá-la fluir de forma serena e grandiosa, acima de todos os fantasmas criados pela mente, ou pelas turbulências inesperadas. Quando não há nada a fazer face ao inusitado, o ideal é não fazer nada. É melhor esperar que a poeira baixe, refletir sobre caminhos alternativos deixando-se conduzir momentaneamente pelo fluxo natural das coisas, e retomar a jornada com uma nova perspectiva.

A cada novo dia, urge um repensar de roteiros e de parceiros. É prudente rever constantemente cada etapa da viagem, avaliando novos fatos e pessoas que afetam o planejamento original. Mais que tudo, é preciso despojar-se de inúteis vaidades e implodir conceitos superados. Os fatos, mudam. As pessoas mudam. Enfim, o ambiente muda. Por isso, algumas vezes será imperativo mudar; será preciso ceder para tornar-se forte, transformando em doce o que era ácido. Perdoar é antes de tudo, perdoar-se sem ressalvas, aceitando o fato de que não se sabe tudo, ou que nem sempre se está preparado para tudo. Nesses momentos, só o infinito amor por si mesmo será capaz de produzir o elixir do perdão, que torna um pouco mais leve a caminhada. Quando aceitamos nossas limitações, passamos a nos aceitar de forma natural, sem cobranças excessivas ou auto flagelos que nos conduzem a comportamentos ridículos e potencialmente destrutivos. Está mais do que provado, que a maioria das doenças degenerativas são causadas por algum tipo do 'estresse', que nos impomos. O livro sagrado dos cristãos ensina: "Não entregues tua alma à tristeza, não atormentes a ti mesmo em teus pensamentos... A alegria do homem torna mais longa a sua vida". (Eclesiástico 30:22),  e 'O Mentor Virtual' complementa: "Toda angústia é fruto de insanas expectativas geradas a partir de ilusões construídas pela mente, quando depositamos nossa fé e esperança fora de nós mesmos... "Nossa história é formada por decisões inspiradas em cada pequeno detalhe do caminho. Não há erros nem acertos, apenas escolhas possíveis, porque viver é uma ópera ao vivo e sem ensaios, diante de múltiplas possibilidades. Em meio ao caos vamos alinhavando o nosso destino".

Como citei certa vez em outro artigo: 'tentando nos entender além da subjetividade aparente, ultrapassamos nossos próprios limites e repentinamente somos impelidos por irresistível força gravitacional em direção ao vazio absoluto, sem noção de consequências', (Blog Marcas Fortes, Jun,11 - 2011). Ou seja, perdemos o controle da situação por querer entender aquilo que muitas vezes está além da nossa capacidade de percepção. Por outro lado, não queremos nos permitir a covardia diante do desafio. E aí então, está criado o paradoxo. Falando uma linguagem popular, nos vemos diante de 'encruzilhadas'. Nos jogamos em meio a tornados sem a clara noção do que virá, ou nos perdemos em complexos labirintos que conduzem à apatia, ao desanimo e ao comodismo. Como consequência de uma dessas atitudes, é provável que mais adiante iremos nos recriminar por essa ou aquela decisão. E assim estará formado o 'imbróglio'. É dessa forma que nos tornamos vítimas de nossas próprias armadilhas.

Daí a importância de aprendermos a desenvolver a faculdade do perdão. Primeiro, por nós mesmos, nos permitindo errar, ainda que com frequência. Na sabedoria do perdão, revela-se o aprendizado com o erro. Perdão, é a estupenda energia da alma que produz a cura. Mais que isso, previne o mal; por não deixar espaço para que qualquer energia negativa gerada pela mente se instale, e desencadeie um processo degenerativo por meio de  radicais livres nas células de nossos corpos. Igualmente fundamental é a experiência de perdoar o outro. Ele com certeza vivencia as mesmas a angústias e adversidades que você. Ao agir com tolerância, paciência ou compaixão, descobrirá a essência do sagrado. Porque perdão é a marca forte que provém do amor. Ele é a fonte permanente da divina paz que acalma e revigora.



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*Mauricio A Costa, costuma ser rotulado como 'Estrategista', embora prefira se auto definir como 'Um Eterno Aprendiz'. Um pensador contemporâneo, com diversificada experiência empresarial e visão de longo prazo. Atua como Conselheiro/Consultor, para assuntos de Alavancagem de Receita e Rentabilidade, como foco no Valor Agregado, no Licenciamento e Construção de Marcas Fortes. É Coach para Presidentes e Executivos de grandes corporações, escritor e palestrante para temas relacionados a valores humanos e a construção da marca pessoal. É o autor de O MENTOR VIRTUAL.


15 comentários:

  1. Estupendo!!! Limpar o coração de todo ressentimento, de toda mágoa, de toda angústia e praticar o perdão, primeiro nos perdoando para depois saber perdoar os outros. Aprendí que "o perdão, é a estupenda energia da alma que produz a cura". Tudo feito com AMOR, nos remete a uma paz interior no coração... Nina

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  2. Amor acima de tudo e sempre. Ser feliz é a melhor vingança! Parabéns Mauricio pelo texto e pela ótimo gosto musical! Abraços da Angélica Nogueira

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  3. D. Januário Torgal Ferreira arrasa medidas do Governo
    www.rtp.pt.... Esta entrevista tem tudo que gostaria de dizer... Assim como suas PALAVRAS no início deste Artigo, são a explicação do que entendo ter sido esta entrevista... Afinal dum e do outro lado do Oceano, a Justiça Social e as políticas que arrasam as pessoas, são uma preocupação constante de quem vê o MUNDO com AMOR...Obrigada, Maurício! Um ABRAÇO intenso com o coração sereno. Como é BOM poder contar com o seu CONHECIMENTO...

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  4. Márcia Vieira de Morais Alencaroutubro 15, 2011

    Texto maravilhoso!!! Muitas vezes não tomamos posições ou decidimos sobre nossa vida,não é por covardia, mas falta em alguns momentos suporte emocional para abraçar o novo e sair da margem que é familiar e "segura", embora essa margem não seja sadia em alguns casos. Porém nada como o perdão, que é a aceitação de si próprio, o amor incondicional por si mesmo e depois direcionado ao outro.Portanto vamos amar, perdoar a si mesmo pelos nossos "erros"e "enganos",aprendendo e sendo desafiados com eles. Buscando desenvolver a resiliência, a sublimação, essa energia que emana com o perdão e nos conduz a cura.
    Márcia Vieira

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  5. Vamos perdoar os corruptos os irresponsáveis, senão nós é que padecemos e morremos.

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  6. Maravilhoso! Sem dúvidas uma lição que devemos aprender e nunca esquecermos para o resto de nossas vidas!

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  7. Katia Mara Turra Perroneoutubro 16, 2011

    Texto lindo, profundo, perfeito ! Amei !

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  8. É prazeroso ler teus textos e pensamentos.
    Buscando a compreensão e o entendimento da nossa caminhada,anulamos a culpa, que é a grande vilã que impede o perdão.
    Então com entendimento e coragem retornamos mais focados para o agora, com atitudes dignas,gentis(antioxidante) e honradas de participar da vida como semi-deuses que somos.Nina Campos

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  9. Mauricio... O texto é extraordinário e muito atual... Todas as suas "escolhas" são de facto muito boas... pois transmitem-nos seus conhecimentos e contribuem para nos enriquecer como seres humanos.
    O auto PERDÃO impõe-se como indispensável para a recuperação do equilibrio emocional e respeito por si mesmo.
    Pedir PERDÃO pode elevar a autoestima e evitar doenças... Há que evitar mágoas profundas e tristezas por muito tempo.
    Resumindo... Que sejamos FELIZES e que saibamos distribuir AMOR para contribuirmos para a FELICIDADE dos outros.
    Que BOM ... que riqueza... termos um AMIGO que nos transmite tamanha ENERGIA. ALICE LOPES

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  10. GRANDE PARTE DOS PROBLEMAS QUE AS PESSOAS ENFRENTAM SÃO POR FALTA DO ENTENDIMENTO DAS VIDAS REGRESSAS.A EVOLUÇÃO É INEVITÁVEL,NINGUÉM ESTACIONA.O DIFÍCIL É AS NOSSAS MUDANÇAS ÍNTIMAS..PORQUE NA MAIORIA DAS VEZES NOS COLOCAMOS NO PAPEL DE VITIMA.O PERDÃO DAS OFENSAS É A SOMATÓRIA DE TRAMAS DE OUTRAS VIDAS,POR ISSO NOS SENTIMOS EM PAZ...TE AGRADEÇO POR SOMAR EM MINHA VIDA,NO MEU CONHECIMENTO,NA MINHA EVOLUÇÃO ESPIRITUAL,UM ABRAÇO.

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  11. a doença, o perdão, o amor...palavras hoje com sentido contrário da sua essência, que pensam os volúveis da doença: uma causa orgânica externa, a qual foi um (a) vítima.
    oque pensam os arrogantes sobre o perdão: para os fracos.
    o que pensam os carentes do amor: sentimento ultrapassado, o qual não preciso. os que pensam essas pessoas do sucesso:o quanto exteriorizei meus méritos ao mundo...
    onde estão essas pessoas:já não estão mais...

    bela postagem!

    abraço.

    Simone Furlaneto.

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  12. AMAR A DEUS ACIMA TUDO. ESTE É O MEU LEMA.
    FUI VÍTIMA DE LUPUS, CANCER, TALASSEMIA MINOR, DEGENERAÇÕES NA COLUNA E INFLAMAÇÕES NAS ARTICULAÇÕES, TUDO ISTO ADQURIDO APÓS 15 ANOS DE CASAMENTO. QUANDO DESCOBRIR QUE HAVIA SE CASADO COM HOMOSSEXUAL, APESAR DELE SEMPRE NEGAR, AS EVIDÊNCIAS ERAM BEM CLARAS. NÃO ACEITAVA DE FORMA ALGUMA, POR SER RELIGIOSA PRATICANTE E POR AMÁ-LO MAIS DO QUE A MINHA PESSOA. QUANDO EM TRATAMENTO DAS DOENÇAS, RECEBIA COMO APOIO AMEAÇAS DE MORTE, CHORAVA MUITO PELO DESPREZO QUE RECEBIA, MAS O QUE ME DEU MAIS VONTADE DE VENCER, FOI EXATAMENTE O TRATAMENTO QUE TINHA PELO MEU MARIDO, QUE EU NÃO FOSSE CURADA. ENTÃO ME APEGAVA CADA VEZ MAIS AO SENHOR, E PEDIA PARA QUE ME MOSTRASSE QUEM ERA DE VERDADE A PESSOA COM QUEM ME CASEI. ELE MOSTRAVA CADA VEZ MAIS, ATRAVÉS DA BOCA DO PRÓPRIO OUVI VÁRIAS VEZES QUE ERA GAY E USAVA E VENDIA DROGA. ENTÃO CHEGUEI A CONCLUSÃO QUE ELE ERA UMA PESSOA EXTREMAMENTE INFELIZ, QUE SE ESCONDIA DENTRO DA IGREJA, REPRESENTANDO GRUPOS DE IMPORTANCIA EM NOSSA RELIGIÃO, NÃO QUERIA AJUDA, A FAMÍLIA ERA UM PESO EM SUA VIDA, E SÓ DISCÓDIA ENTRAVA EM NOSSO LAR.TOMEI A DECISÃO DEFINITIVAMENTE DE UMA SEPARAÇÃO, JÁ QUE NÃO ERA POSSÍVEL O DIÁLOGO E NEM A RECONCILIAÇÃO, QUE TENTAVA HÁ 25 ANOS. DEIXEI-O VIVER DA FORMA QUE FOSSE MELHOR PARA ELE E UM ALÍVIO ENORME DENTRO DE MIM ATRAVÉS DO PERDÃO.
    NÃO PODEMOS FORÇAR PESSOAS E SITUAÇÕES A VIVEREM PARA NOSSA FELICIDADE, PORQUE A FELICIDADE DEPENDE DE NÓS MESMOS. FÉ É TUDO QUE DE3VEMOS TER!
    BEIJO NO CORAÇÃO

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  13. Maurício,

    Parabéns pelo texto!

    Gostei muito do blog e também do site.

    E agradeço pelo gentil (além de refinado e inteligente) comentário deixado no blog Mude.

    Abraços,

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  14. De todas as doenças que o nosso corpo pode contrair, a pior delas é o 'Câncer da Alma'; pois esta, a ciência não conhece sua fisiologia e, portanto não pode medicá-la. Cabe somente a nós, fazer uma introspecção, e descobrir as raízes do câncer.

    Em determinado momento da minha vida, sentia o meu corpo frágil e cansado. A mente, já não traduzia a realidade em função do sombrio mundo que vivia. No coração, total ausência de amor; somente muita dor e uma tristeza infinita. Minha alma, silenciosamente, carregava este 'fardo' de turbulências colecionadas ao longo de um tortuoso caminho construído por mim mesma - culpas, raiva, ódio, solidão, desamor, falta de fé...

    FIZ UMA "AUTÓPSIA" NA MINHA ALMA...
    E, concluí que o 'câncer' que me consumia só tinha um remédio: PERDÃO - Perdoar, minhas culpas, minha raiva, meu ódio; pois, muito deste fardo nem me pertenciam. Carregava todas as culpas do mundo. A raiva por aqueles que me magoaram, estas cabe a eles o confronto, eu os Perdoo. Quanto às minhas escolhas ao longo do caminho, se errei enquanto ser humano que sou devo me Perdoar; e, sair da solidão, recuperar a FÉ e, trazer Deus para o coração! Este, ainda creio ser o melhor 'antídoto' para todos os cânceres!

    Abçs. carinhosos Mauricio!

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  15. Maurício, pura verdade ,convivendo com pessoas, meus pacientes,no exercício médico diário,vejo como é de fundamental importãncia o perdão por si mesmo, '' Auto-flagelou-se posteriormente por não saber lidar com a derrota diante da própria família '' assim são muitos que não aceitam os próprios erros e não sabem superá-los.

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