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domingo, 23 de outubro de 2011

Escolhas. Caminhos. Destinos.





Por Mauricio A Costa*



"Escrever é fugir, é voltar, é abrir uma janela, é fechar-se em casa, é queimar a casa, é reconstruir a casa, é pregar-se na cruz, é ressuscitar, é recriar o mundo. Escrever nos torna mais humanos. Nem por isso mais virtuosos. Escrever é roer os ossos do medo. Repudiar a felicidade como facilidade. É inspirar-se quando não há inspiração. É pintar, musicar, teatralizar, filmar, esculpir, dançar. Dançar com as palavras é a dança mais vã - no entanto dançamos mal rompe a manhã. Conforme a música, conforme a dúvida. Sempre inconformados." (Excerto de um pensamento sobre a Arte de Escrever, por Gabriel Perissé - Cortesia: Alice Lopes/Facebook)

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Poucos minutos antes de começar a escrever este texto, recebi o fragmento acima, de uma amiga virtual residente em Portugal, e decidi colocá-lo na abertura deste artigo, por traduzir de alguma forma, a complexa multiplicidade das escolhas que operamos em nosso dia-a-dia, nas mais pequenas coisas. Escrever, por exemplo, pode ser tomado por muitos como um ato banal. No entanto, mesmo sem que percebamos, uma miríade de escolhas estarão sendo feitas enquanto escrevemos. Cada palavra pode conduzir a um raciocínio distinto. Cada frase a reações inesperadas. Como diz o meu guru pessoal: "Palavras são como sementes jogadas ao vento. Nunca se sabe os efeitos que elas produzirão" (O Mentor Virtual - Pág. 7 - Editora Komedi - Campinas-SP - 2008); o que exige cuidar de cada expressão, com a responsabilidade e o carinho de um jardineiro, para que elas possam, de forma objetiva, transportar em seu germe um pouco da essência criadora da sabedoria universal, para seres que sequer conhecemos; sabedores de que elas poderão produzir flores ou espinhos; motivar aplausos ou severas críticas; e tanto gerar posturas de agradecimentos como reações negativas imprevisíveis. A palavra é portanto, o sêmen que carrega o estopim de infinitas escolhas. Um simples enunciado, escrito sem maiores ambições, pode estimular transformações capazes de modificar a visão de muitos, e consequentemente suas posturas e atitudes.


Como sabemos, a palavra dita, tal qual flecha lançada não tem volta; além do mais, ao refletir nossa forma de pensar e a maneira como vemos o mundo, cria a nossa  a nossa marca pessoal. Alguém já disse certa vez com grande sabedoria: "Cuide bem de seus pensamentos porque eles se tornarão palavras. Cuide bem de suas palavras, porque elas se tornarão ações. Cuide bem de suas ações, porque elas se tornarão seus hábitos. Cuide bem de seus hábitos, porque eles se tornarão seu caráter. Cuide bem do seu caráter, porque eles se tornarão seu destino". Como ensina mais uma vez o mestre invisível que me acompanha: "Há palavras que passam diante de nossos olhos ou através dos nossos ouvidos às quais não damos a mínima atenção; existem mensagens, todavia, que chegam para ficar, aninham-se lá dentro de cada um de nós, causando mudanças extraordinárias para sempre. Tudo depende da maneira como reagimos a elas" (Mauricio A Costa, em ‘O Mentor Virtual’ – Pág. 7 – Ed. Komedi – Campinas-SP). Ou seja, uma simples palavra pode promover mudanças significativas para sempre, ao sabor das escolhas de quem as capta. Escolhas que podem estar vinculadas a um momento específico, ao estado de espírito de quem as recebe, ou ao seu grau de evolução pessoal.


Mas, como o assunto deste artigo não é sobre palavras, e sim sobre a palavra 'escolha', voltemos ao tema. Nossas escolhas definem caminhos, e a escolha desses caminhos define nosso destino. Por essa razão, quero iniciar dizendo algo que pode parecer óbvio, mas não é: considero extremamente desaconselhável permitir que outros interfiram em nossas escolhas; mais ainda, delegar isso para quem quer que seja, se desejarmos ser minimamente senhores ou senhoras de nossos destinos. Só a nós caberá defini-las, com a plena consciência de que estaremos plantando sementes para um futuro que embora não conheçamos, podemos razoavelmente prever. Essa recomendação, todavia, não é levada a sério por muitos, que colocam suas vidas à mercê de incompreensíveis tabus, dogmas, doutrinas ou paradigmas, limitando suas possibilidades de maneira lamentável. Gente que vive sem a mínima noção de controle sobre suas vidas, por medo, insegurança ou comodismo, tornando-se presa fácil para os manipuladores de plantão, que sobrevivem às custas da ingenuidade de tantos.

Por que razão afinal, somos obrigados a todo momento, a proceder escolhas? Ora, simplesmente porque em determinado momento da nossa história, há alguns milhares de anos, descobrimos que poderíamos pensar. Com o pensamento veio o questionar. Com o questionamento, a necessidade de decidir entre várias opções. A evolução desse processo criou um estado de consciência entre escolhas agradáveis e outras nem tanto; entre situações prazerosas, e outras muito penosas. Fomos assim aprendendo e desenvolvendo um intrincado sistema de decisões contínuas, 'o isso ou aquilo' da teoria cartesiana, consequente da visão do bem e do mal, do certo e do errado, que ao longo da sua longa jornada o ser humano foi gradualmente construindo. Produziu-se uma colcha de retalhos formada por preconceitos organizados sob a forma de leis, e regras de comportamento sociais de toda ordem; algumas delas, ditadas maquiavelicamente como preceitos sagrados, imutáveis e ameaçadores, tornando nossos mais recentes ancestrais, escravos das escolhas de seus antecedentes, numa sequência interminável dos  incompreensíveis condicionamentos, que chegaram até nós.

Ao analisarmos esse processo evolutivo da humanidade sob o prisma da sequência genealógica que carregamos, nos damos conta de que somos sim algo único, mas formados a partir de inúmeras camadas de almas que se sobrepõem de forma aleatória dentro de cada um de nós, criando milhões de alternativas a gerar inúmeras consequências para uma única decisão e não apenas a bipolaridade do 'isso ou aquilo' pregada por Descartes. A física quântica está aí, como ciência do momento, para mostrar que 'o isso OU aquilo' do passado pode ser substituído pelo 'isso E aquilo', das múltiplas possibilidades. A idéia da 'relatividade' foi preconizada por Einstein, quando dizia que 'toda observação depende do ponto de vista em que está situado o observador'. E nesse cenário, percebemos como cada mínima decisão, é afetada por trilhões de interferências externas sobre as quais não temos o mínimo controle; o que nos obriga a pensar e repensar centenas de vezes uma ínfima escolha. Um interminável e extenuante processo que pode levar ao desgaste prematuro da mente, ou a um indesejável conflito com a própria alma (a essência do que somos).

Afinal, Quem é o 'ser' escondido por trás de nossas decisões?... Quem nos incita a proceder essa ou aquela escolha?... Quem é esse desconhecido?... Na expressão 'conhece-te a ti mesmo' pregada por Sócrates, e divulgada por seu discípulo Platão, a partir da sabedoria inscrita nos portais do templo de Delfos, atribuída por alguns à figura do sábio Hermes Trimegisto, está a resposta. É imperativo mergulhar para dentro de nós mesmos se quisermos descobrir quem é esse 'desconhecido', formado no mais profundo do nosso ser, que nos conduz a escolhas. Esse 'unknown man' de que fala a música do Vangelis não é alguém para além de todas as galáxias, um extra-terrestre ao estilo de 'Guerra nas Estrelas'; não, para nossa angústia ou deleite ele é o imperscrutável habitante de nossas cavernas pessoais. O amálgama de todas as almas que incorporamos ao longo da nossa jornada de milhões de anos para chegarmos ao que somos. Por isso, não é fácil decidir. Porque não somos nós, de maneira isolada, o eu aparente, quem escolhe, são milhares de seres dentro de nós, cada um com sua preferência, a nos indicar possibilidades, alternativas, perigos, ameaças, e consequências que vão da felicidade plena ao assustador e temível inferno. A paz e o desespero convivendo lado a lado sem que tenhamos noção da sua intensidade, por conta de um simples pensamento, palavra ou gesto, refletidos numa escolha.

O mundo está a nos exigir respostas. Respostas imediatas. Respostas que implicam decisões. Decisões que resultam de escolhas. E nem sempre estamos prontos para tanto. A multiplicidade de caminhos e opções decorrente da velocidade das mudanças, vai aos poucos nos transformando numa máquina de escolhas, em um mundo de opções incompatíveis, dissonantes e aleatórias, a nos deixar perplexos, e quase sempre inquietos. Alguns dias atrás, chamou-me a atenção, uma frase postada no Facebook, que sintetiza essa angústia humana, do ter que decidir, e decidir rápido: "O tempo todo, todo o tempo. Informações são recebidas e repassadas pedindo uma resposta daquilo que você nem sabia que existia. Mas, no mundo moderno não há tempo para dúvida ou hesitação, parece que é preciso ter uma resposta pronta para tudo, todo o tempo, o tempo todo... O tempo da assimilação das coisas, não é o tempo do fluxo dos acontecimentos no mundo moderno. Não quero responder, porque não tenho respostas e a falta dessa rapidez não me faz menos capaz, apenas preciso do tempo como aliado e não como opressor. Não quero ter que apresentar um resultado imediato, não quero trabalhar com cores que ainda não assimilo. Preciso de tempo e não me acho menor por isso, não me acho incapaz, por muitas vezes, não estar pronta, porque o resultado que mais me interessa é saber que estou no páreo, na caminhada... Por isso, muitas vezes, prefiro uma tela branca que me ilumine o dia com possibilidades a uma avalanche de cores que me ofusque a visão. Tempo, tempo, tempo senhor de todas as respostas". (Postado por Isabela Francisco/Facebook).

Ao compreender a complexidade dessa rede de intricadas informações que nos permeia e nos envolve, percebemos a pequenez do nosso conhecimento diante do macro ao qual pertencemos, mas ao mesmo tempo, nos damos conta da grandiosidade do que somos capazes pelo simples fato de fazer parte desse todo magnífico. Não há que ficarmos angustiados ou estressados diante da avalanche de decisões e escolhas a que somos submetidos a cada instante. Em alguns momentos, como já dissemos em outras ocasiões, podemos deixar o fluxo desse todo nos conduzir. O tempo (de que fala a amiga no texto citado), é apenas, a evolução inexorável desse fluxo. Pressentir sua direção, será provavelmente, nossa melhor escolha. A escolha que fluirá naturalmente por meio daquilo que chamamos de intuição. A percepção extra sensorial. A silenciosa fala do ser desconhecido. 'The Unknown Man' dentro de nós, a sugerir roteiros.

E por falar em 'ser desconhecido' quero terminar este texto, citando alguns fragmentos de um, que me acompanha diuturnamente, soprando direções aos meus ouvidos, tal qual as 'setas amarelas' do Caminho de Santiago, a indicar o melhor caminho:

"Suas atitudes refletem, você; por isso, esteja atento às suas palavras e atos a cada minuto, porque serão elas que, ao serem percebidas pelo mundo à sua volta, irão definir a força da sua marca pessoal... Somos aquilo em que acreditamos, com audácia para sonhar, livres para tecer nosso destino e, ao viajar além de todas as expectativas, nos surpreender a cada instante... Defina o roteiro da sua história. Comece a escrevê-la a partir deste momento. O mundo inteiro está aguardando para escutá-la. Não se esqueça de que é você o personagem central e todos à sua volta, maravilhosos e imprescindíveis coadjuvantes... e que, ...Só você tem o direito de escrever sua própria lenda". (O Mentor Virtual - Editora Komedi - Campinas-SP - 2008).



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*Mauricio A Costa, é um Pensador. Estrategista para alavancagem de receitas e rentabilidade. Sua experiência internacional está focada em assuntos ligados ao pensamento voltado à inovação, criação de valor agregado, e fortalecimento de marcas - comercial ou corporativa. Está disponível, sob consulta, para atuar como Membro do Conselho de Empresas de qualquer porte.

É o idealizador do 'Projeto Mentor Virtual', empreendimento comprometido com o despertar da consciência humana, a valorização da vida e o apoio à construção da marca pessoal. Suas palestras, seminários e workshop - presenciais, 'in-company', ou por vídeo conferência - estão disponíveis, sob consulta, para associações, universidades, escolas, ou empresas em qualquer região ou país.


10 comentários:

  1. Muitas vezes fazemos escolhas aos 20 anos, que num primeiro momento nos parece acertada, mas que aos 50 já não serão tão sabias assim. Este é o segredo que tenho aprendido, ficar bem,se feliz, com suas escolhas do passado, que estão sendo colhidas agora, sendo elas acertadas ou não.
    Texto profundo e excelente como sempre!
    beijo

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  2. Bom dia!Maurício,dei uma "passada" pelo facebook com a intenção de logo "sair", pois tenho trabalhos a fazer, porém, entrando na sua página, eu quis ler sua nova postagem.
    o que voce escreveu é muito sério, realmente,as palavras e tudo e em nossas vidas causam reflexos,e influenciam no nosso futuro, não sei se já escreveu sobre o exemplo de devemos manter, sendo esse ainda mais sério que palavras, caso voce ainda não escreveu sobre exemplos como marca pessoal sendo mais forte que palavras, seria muito bom!
    tenho percebido nas relações com as pessoas essa "invasão" que voce comenta, em sermos cobrados a tomar decisões rápidas. No entanto ninguém esta interessado em saber o quanto a pessoa esta ou não preparada a tomar atitudes tão sérias, as quais poderão definir seu futuro de forma positiva ou negativa, acontece Maurício, que as pessoas não possuem bom senso nem para a vida delas, então pensam que todos são imediatistas como as mesmas, sem contar que depois nenhuma dessas pessoas que cobraram decisões rápidas do "seu próximo" estarão dispostas ao apoio caso dê errada a atitude, e sabe porque? porque não conseguem dar conta nem deles, mas o motivo maior não é esse, e sim o egoismo, quando cobram decisões de outro, estão pensando unicamente em si mesmas, ou, é triste dizer, mas o ser humano carrega a inveja dentro de si, isso é inegável, ninguém é um anjinho, e com a inveja, mesmo inconsciente desejam que o outro se quebre em pedaços...
    finalizando, concluo: cabe a cada um de nós o discernimento, a sabedoria e o equilíbrio, pois somente nós mesmos podemos dizer e fazer o que é viável para nossas vidas ou não, as pessoas tentam e pensam conhecer um monte de gente, autores, poetas, pensadores, cantores, etc...mas não conhecem a si mesmos.

    obrigada pelas suas palvras, foram muito enriquecedoras para meu crescimento na trajetória da vida.

    grande abraço,

    Simone Furlaneto.

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  3. Li tudo e o que tenho a falar é o mundo e as pessoas estão em plena mudança de conceitos e comportamentos, por isso a grande importância de não julgar mais ninguém.
    As mentiras tendem a sumir e cada vai sim assumir um papel ou uma marca no universo. Eu espero que a minha seja Luz. Quse ja bem pequeno mas que seja Luz a poder iluminar uma caverna. Como dizia Platão Conhece-te a ti mesmo. Viemos a esse emundo só para aprender a amar, a amar melhor e somente quem se conhece pode amar o outro, enxerga-lo como ele realmente é, com toda sua limitação de ser humano. Abs

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  4. Mauricio... mais um tema para nos pôr a pensar...e como todos os outros... interessante e oportuno...porém difícil de comentar...
    Como começar?... Começando... dirá muita gente...!!!
    ESCOLHAS... Dizem que a nossa primeira escolha é o nosso NOME. Vale a pena tentar rever nossas escolhas para nos encontrarmos com nós próprios... é um ato de LIBERDADE. Somos aquilo que as nossas ESCOLHAS determinarem.

    CAMINHOS... Devemos valorizar o que temos, fruto das nossas escolhas, aprendendo a viver e a CAMINHAR.

    DESTINOS... Todos os dias são propícios para a renovação do nosso DESTINO.
    Não escolhemos a forma do nosso DESTINO, mas podemos dar-lhe conteúdo.

    E finalizava... citando (Napoleão Bonaparte):
    "Já fiz todos os cálculos; O DESTINO fará o resto".

    Obrigada por sua companhia... Um ABRAÇO cordial
    ALICE LOPES

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  5. Suas palavras são poderosas, mas seu exemplo é ainda mais! Seja seja sempre quem verdadeiramente você é. Continue expressando sua sabedoria! Parabéns pelo seu blog, achei fantástico. Bjs.♥♥)
    Marlei B. Costa.

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  6. Mauricio... mais um tema para nos pôr a pensar...e como
    todos os outros... interessante e oportuno... porém difícil
    de comentar...
    Como começar...?... muitos dirão... começando...!!!

    ESCOLHAS... Dizem que a nossa primeira escolha é o nosso
    nome. Vale a pena tentar rever nossas ESCOLHAS para nos
    encontrarmos com nós próprios... é um ato de LIBERDADE.
    Somos aquilo que as nossas ESCOLHAS determinarem.

    CAMINHOS... Devemos valorizar o que temos, fruto das
    nossas escolhas, aprendendo a viver e a CAMINHAR.

    DESTINOS... Todos os dias são propícios para a renovação
    do nosso DESTINO. Não escolhemos a forma do nosso destino,
    mas podemos dar-lhe conteúdo.

    Finalizava citando (Napoleão Bonaparte)

    “Já fiz todos os cálculos; o DESTINO fará o resto.”

    Obrigada pela sua companhia. Um ABRAÇO cordial.
    ALICE LOPES

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  7. Escrever é corajoso..."talvez" a forma mais profunda de se mostrar.
    Quando leio seus artigos, tenho a sensação de que, os pontos ainda soltos na minha vida, vão se conectando como respostas às minhas reflexões...
    "...queimar a casa, reconstrui-la, pregar-se na cruz, ressuscitar, recriar o mundo..."
    Que dádiva é essa? Ter a possibilidade de reconstruir o que não deu certo, trabalhar as decepções de forma positiva, poder escrever a própria história (nossas escolhas...)
    Estar atento às nossas palavras é um desafio mesmo...como você disse, serão sempre sementes (boas ou ruins), mesmo que a intenção seja a melhor possível. Por isso, tão importante não julgar o que não conhecemos...
    Me beneficio muito com estas palavras emocionalmente equilibradas, que trazem conhecimento e um certo alento...
    Muito bacana você usar a citação de Isabela Francisco, porque faz todo sentido, quando também procuro usar o tempo como aliado e não como opressor...diante da minha história de superações, este sempre foi o maior recado pra mim...
    Embora me sinta uma criança neste processo, vou caminhando na "luz" que tenho recebido.
    Então, neste momento, agradeço por trazer um assunto tão sério, mas tão necessário e oportuno.
    Desejo uma semana abençoada, com inspirações sempre renovadas...
    Grande abraço Mauricio!!!

    Regina Mandarino.

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  8. Jane Toledo.outubro 25, 2011

    Realmente o poder das palavras é imensurável,elas são a expressão exata do que pensamos,através delas produzirenos ações, que por sua vez se tornam hábitos,formando nosso caráter e determminando assim o nosso destino.portanto devemos escolher bem as palavras...para trilharmos bons caminhos ... chegando assim a um bom destino, deduzo então que o mais importante de tudo é a escolha correta... e escolhas são feitas de acordo com o que vivemos, com quem convivemos, como vivemos. Pelo menos é o que penso. Faço minhas escolhas através de minhas experiências mas também observando as experiências vividas por outras pessoas, faço uma espécie de balanço , pois são experiências vividas por pessoas que fazem parte do meu cotidiano, que fazem parte da minha vida. Espero não estar errada, mas é desta forma que vejo !!! Boa noite e obrigada, vou continuar a ler os textos, me interessam muito!!!

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  9. no momento que me encontro,sei das reais possibilidades de cura...consigo conviver com a incerteza,mas será que eu deveria não ser tão passional com as adversidades?
    sou feliz assim,estou em paz...
    afinal...estou onde me coloquei...não me revolto contra o destino,será que isso é um erro?

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  10. Fazemos 'escolhas' e, carregamos com elas, todas as suas consequências; nem sempre acertamos ou, erramos. Tudo faz parte do nosso crescimento pessoal. Não podemos ficar alheios a tudo à nossa volta... Podemos até, optar por nos postar a 'beira da calçada', a nos lamentar, ainda assim é uma escolha; - inútil, mas uma escolha que só cabe a nós. Não há como evitar, a vida nos proporciona estes momentos únicos a todo instante - ESCOLHAS. Temos que dar graças a nossa vida e a capacidade de vivê-la com intensidade, sem medo, sem culpas e, como se cada momento fosse único.
    Somos 'senhores do nosso destino', escrevendo a nossa história; não importando quão difícil se torne o enredo ao longo do caminho. Só cabe a nós determinar se nossa história será um 'dramalhão' do tipo 'plim-plim' das 9h, uma 'comédia medíocre' ou, um BEST SELLER; a partir das nossas escolhas e atitudes. E, a cada escolha que fazemos, mostramos a todos à nossa volta quem somos, o que pretendemos e aonde queremos chegar!
    TUAS PALAVRAS, TUAS ATITUDES... TUAS ESCOLHAS, MOSTRAM QUEM VOCÊ É!

    Abçs. carinhosos Mauricio!

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