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domingo, 27 de fevereiro de 2011

Humanizar a Marca Empresarial



Por Mauricio A Costa*


“Os conflitos íntimos que nos assolam, são provocados pela imensa disparidade entre o incompreensível mundo real à nossa volta e a ingênua percepção abstrata que a alma carrega, por tudo que ela vivenciou ao longo de milhões de anos, através de nossos ancestrais. O estimulante desafio de viver consiste em encontrar pontos de contato entre esses dois mundos”. (‘Fragmentos do Mentor Virtual’ – Campinas-SP - Lançamento em Breve).

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O artigo que escrevo hoje foi estimulado pela seguinte mensagem de um amigo virtual, comentando sobre um aparente 'antagonismo' entre as postagens que faço no Facebook e os artigos que publico em meu blog:

"Caro Mauricio, gostei bastante da citação, assim como do vídeo. Devo confessar, contudo, que ainda estou tentando conciliar o aparente antagonismo entre o aspecto humanístico de seus textos com seus artigos publicados no Marcas Fortes, que são direcionados para o universo corporativo, calcado nos princípios do capitalismo, que visa o lucro, e que, não raramente, lida com o material humano como simples peças de reposição. Ultimamente, tenho me distanciado um pouco de conceitos eminentemente materialistas, comuns nas sociedades de consumo, que valorizam sobremaneira as posses e a posição social e financeira. Tenho dedicado algum tempo a rever minhas necessidades reais (para reduzi-las ao mínimo essencial), de forma a deixar, ao menos um pouco, de ser refém do sistema. Tendo conseguido estabilizar minhas demandas materiais, priorizo, hoje, tentar tornar-me um ser humano melhor e mais feliz. Até agora, tenho conseguido, utilizando, inclusive, o recurso de criar vínculos sólidos e verdadeiros com os que se enquadram na minha classificação de 'elegíveis para uma amizade'. Um forte abraço". Bruno Serrat de Aguiar.

Como estrategista, empresário ou conselheiro empresarial, meu trabalho é o de ajudar empresas, especialmente as de pequeno e médio porte a superar desafios, ampliar receitas e melhorar sua performance no que diz respeito a resultados; afinal, o que move uma empresa é sua capacidade de gerar rentabilidade, para que ela possa crescer em meio a um ambiente inóspito de um capitalismo selvagem como diz o Bruno. Todavia, quem acompanha os artigos que publico semanalmente no blog Marcas Fortes, já deve ter percebido como coloco enorme ênfase em tudo que se refere ao ser humano. Não faço isso por pieguice, o sentimento ridículo de alguém afetado por algum tipo de infantilidade; o faço por acreditar que esse ser humano é a base de qualquer empreendimento. Uma grande marca, não se faz apenas com uma grande quantidade de dinheiro; ela é o resultado do esforço coletivo de um grupo de pessoas, envolvidos pelo mesmo ideal.

Em todas as minhas recomendações estratégicas para qualquer empresário, coloco o ser humano em primeiro lugar, e costumo dizer que, a prioridade número um de qualquer empreendimento é gente. A segunda é gente. A terceira é gente. Escolha bem sua equipe; entenda-os; treine-os; motive-os; e terá a base de uma empresa forte o suficiente para enfrentar desafios, gerar resultados e crescer. Idéias brotam como água, em um ambiente preparado e motivado. E o dinheiro aflui naturalmente para um empreendimento fértil de idéias, motivação e comprometimento; mas é necessário que se saiba, que ele é um importante instrumento de alavancagem, não a alma de uma empresa.

Nas matérias que escrevo, ou nas palestras que realizo, reforço esse pensamento, no tocante a despertar a força interior dentro de cada um, para que não subestimemos nosso poder pessoal. Vivemos numa sociedade que nos leva a sentir culpa quando tentamos assumir as rédeas do nosso destino, mas isso não deve nos intimidar. É decisivo que tenhamos exata noção do poder que dispomos sobre aquilo que nos cerca, em especial sobre nossa capacidade de proceder escolhas. Por isso, não devemos nos omitir diante das possibilidades que se desdobram a cada momento da caminhada. É preciso lembrar que, por trás de cada profissional ou empresário há um ser humano repleto de expectativas pessoais. Entretanto, como ensina, a filosofia taoísta, através de seu lendário mestre, Lao Zi (ou Lao Tzu), "aquele que controla os outros pode ser poderoso, mas aquele que é mestre de si mesmo é mais poderoso ainda".

Como diz o fragmento do 'mentor virtual' na introdução deste texto, vivemos divididos entre um incompreensível mundo real que nos cerca e o universo abstrato em que viaja nossas almas, e portanto, nosso dualismo impõe um comportamento multifacetado. Ora lutando pela sobrevivência, ora divagando entre questionamentos insondáveis que vão do 'que somos' até o para 'onde vamos', passando pelo 'o que fazer', e tantas outras dúvidas que nos consomem  com frequência. Ser dual, portanto, é condição do próprio existir. Não deve haver vergonha nisso. Não podemos nos engessar em um único pensar, ou nos limitarmos a um único modo de ser. É preciso transgredir. Voar além do convencional para conhecer e vivenciar múltiplas sensações que nos permitam ampliar horizontes e enriqueçam nosso interminável processo de escolhas. O certo e o errado são apenas paradigmas, a refletir um estado de espírito momentâneo, ou uma visão parcial. Verdades e mentiras são meras ilusões do caminho. Por tudo isso, conviver consigo mesmo é uma verdadeira arte.

Estou plenamente de acordo com o caro amigo virtual que me inspira a escrever esta matéria, no tocante ao excesso de materialismo e apego ao poder que costuma estar por trás das grandes corporações. 

Como dizia o grande mentor, é impossível agradar simultaneamente a Deus, que significa Sabedoria, e a 'Mamon', expressão hebraica que sintetiza na tradição,  a personificação do dinheiro em seus aspectos mais nocivos como ganância, avareza ou usurpação. Colocar o dinheiro como principal ponto de referência em qualquer empreendimento é no mínimo uma postura doentia, de pessoa ou pessoas marcadas pelo instinto de dominação, resultante de seus íntimos temores, insegurança ou complexo de inferioridade; pois o verdadeiro poder transcende qualquer materialismo ilusório e efêmero, e é representado por valores.

Todo empresário ou presidente de qualquer grande empreendimento, deve ter em mente que uma marca forte é fruto de marcas individuais fortes. Essa tem sido a tônica de todas as mensagens que posto no blog Marcas Fortes; direcionadas ao mesmo tempo ao empreendedor, e àqueles que incorporam o dia a dia de grandes empresas com seu esforço individual. É imperativo reconhecer a força de cada ser humano e respeitar essa individualidade, na mesma proporção que é conveniente compreender e aceitar a visão e a missão que compõem a cultura do empreendimento do qual se faz parte, pois ambos, de maneira conivente pactuam com o mesmo objetivo, seja ele qual for. - É imprescindível a consciência dessa eventual cumplicidade.


Assim, enquanto no blog MARCAS FORTES eu viso fortalecer a marca corporativa, no projeto O MENTOR VIRTUAL foco o crescimento pessoal, com o objetivo de despertar cada ser humano para sua potencialidade, e ajudá-lo na construção de sua marca pessoal, como algo único, penetrante e indelével. Dois enfoques distintos com o mesmo propósito: Gerar vida em abundância, no sentido mais literal possível.

Os amigos e amigas do Facebook têm sido poderosas alavancas no gigantesco desafio de divulgar a essência dessa mensagem. Por isso, quero aproveitar este artigo para agradecer a cada um(a) deles(as) que diariamente compartilha com outros, cada fragmento dos livros ou dos artigos que produzo. Um magnífico exemplo do poder das mídias sociais quando utilizadas com bom senso, seriedade e respeito. Um agradecimento especial ao Bruno Aguiar, por seu pertinente comentário que provocou esta reflexão.

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*Mauricio A Costa, é Estrategista. Sócio Fundador da SUPPORT BRANDS, empresa de projetos e assessoria para alavancagem de receitas e rentabilidade. Sua experiência internacional está focada em assuntos ligados ao pensamento estratégico voltado à inovação, criação de valor agregado, e fortalecimento de marcas - comercial ou corporativa. Está disponível, sob consulta, para atuar como Membro do Conselho de Empresas de qualquer porte.

É o idealizador do 'Projeto Mentor Virtual, organização comprometida com o despertar da consciência humana, a valorização da vida e o apoio à construção da marca pessoal. Suas palestras, seminários e workshop - presenciais, 'in-company', ou por vídeo conferência - estão disponíveis, sob consulta, para associações, universidades, escolas, ou empresas em qualquer região ou país. 

Contatos: mauriciocosta@uol.com.br

9 comentários:

  1. Nobre Mauricio!
    Acompanho seus artigos a um bom tempo, e sua característica de humanizar o universo capitalista selvagem, é notável em todos eles. Atualmente leio o Livro "O Monge e o Executivo" e este livro mostra como liderar seres humanos, mostra uma forma mais humana de ver as pessoas que trabalham a nossa volta. Sou contadora e estou aventurando-me pelo mundo da consultoria contábil agora, e esse é um cuidado que estou procurando mostrar a meus cliente, o colaborador como ser humano, não como um empregado, que receberá ordens e mais ordens. E posso garantir que os artigos que você posta no "Marcas Fortes" tem me ajudado muito a orientar meus clientes.
    Parabéns por seu excelente trabalho.

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  2. Todo ser que visa o crescimento pessoal e óbviamente o descobrimento da potencialidade de cada um, merece os meus cumprimentos.
    Sucesso a você.
    Anie

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  3. Muito importante esse seu foco de apoio às empresas em "escalímetro" ascendente. Se não houver direção, parceria e disciplina; nada se estabelece. Lembrei-me agora desta máxima: "Uma andorinha não faz verão". É com a participação e integração de todos que algo pode se transformar numa "GRANDE MARCA".
    Grandes investimentos e bons negócios dependem da força coletiva, do empenho de cada um, visando a necessidade e não o supérfluo. Isto você deixou bem claro e como mentor, você domina e coloca a "marca" com carimbo humano.
    PARABÉNS, amigo!

    Comentário enviado por:
    Cacá Pedreira, através do Facebook.
    28 de fevereiro de 2011

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  4. 'O extraordinário só pode ser percebido quando se voa além do convencional' - (Mauricio A Costa, em O Mentor Virtual) - Esta é a frase do topo! Passo adiante , assim como recebi hoje , de uma amizade : 'Todos os conceitos em que, do ponto de vista comum, se consegue vislumbrar todo o inteiro de " sentimentos", esquiva-se da vida humana, pois a definição de sentimento é relativa e, só o que não tem história é definível.' - Em suma : o que me trouxe aqui Hoje? A clareza quanto à Forma de como vc , Maurício , traz à tona , a Verdade do que é ser um Homem , neste mundo : sem dogmas , sem grilhões , sem culpa , e em auxílio e reconhecimento , primeiro , a si mesmo , como imagem gerada em 'unidade de dualidade' ... difícil este entendimento ? Não ; Namaste é clara quando cita esta dualidade : 'Namaste reconhece a dualidade que existe neste mundo e sugere um esforço para trazer esses dois aspectos juntos novamente. Isto acabará por levar para a unidade e o estado não-dual da Unidade.' - Isto é ser um Homem neste mundo tenebroso ... reconhecendo esta dualidade , e trazendo a si , primeiro , esta condição , para então , estender-se a si , ao próximo ; ao coletivo ! É em vc , primeiro , para então , ao próximo [ que é primeiro você , em sua imagem ... dual - carne e Espírito ] . Abraços , Maurício , e Sucesso em seu livro !

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  5. Oi Maurício,

    O mundo em que vivemos é antagônico, nós somos antagônicos; não é preciso haver coerência total, nem verdade absoluta. Precisamos nos desenvolver e para isto precisamos conhecer, aprender, elaborar, evoluir, sentir... O seu trabalho é feito com este propósito, e para tal, você se predispõe a nos conduzir em nossa própria busca através de seus textos e na crença de que o ser humano é a principal matriz responsável por grande parte desta cadeia de vida que nos cerca.
    Acredito que não somos somente uma coisa; somos matéria, somos energia, somos pensamento, somos infinitas possibilidades e por isso estamos todos interligados em papéis que servem ao todo.
    Entendo que ao questionarmos qualquer coisa estamos apenas buscando a nós mesmos no meio de tantas possibilidades de sermos apenas Um.
    Parabéns por dividir com seus leitores, de forma tão clara e lúcida seu trabalho.
    Bj!

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  6. Ter o privilégio de encontrar PESSOAS que partilham suas ideias e seu CONHECIMENTO é uma das melhores coisas das redes sociais. Tenho de agradecer ao Amigo Maurício por me dar essa honra; agradecer ao primo Henrique que me trouxe até aos seus AMIGOS, bem como a Cassandra Proença...É que somos um TODO que às vezes se acomoda numa vidinha sem sentido, enquanto a VIDA vai passando ao lado... Todos somos poucos para fazer o muito que está por fazer. Cada um deixará, por certo, a sua marca indelével, que faz a diferença em cada dia. É muito bom ler os seus textos e transformar cada PALAVRA numa "alavanca" de crescimento. É que as empresas são feitas com pessoas e as PESSOAS fazem este MUNDO...Obrigada Maurício por ter TEMPO para nós!

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  7. Olá Maurício, bom dia!

    Li o artigo e achei muito interessante. Há muito tempo acompanho seus textos, mas nunca havia postado um comentário e, desta vez, senti-me tentada...rs....

    Não trabalho em empresa. Sou advogada, mãe, mulher, filha, etc. Ou seja, administro minha vida, e justamente por isso usufruo de seus ensinamentos.

    Também estudo a doutrina espírita há alguns anos e me esforço continuamente para realização de minha reforma íntima para tentar, a cada dia, me tornar um ser humano melhor e tentar alcançar a perfeição que nos é permitida. Esforço-me para que tais mudanças se iniciem já no psiquismo, pois acredito muito na força do pensamento. Obviamente, de nada adiantam apenas as belas palavras, pois os exemplos prátios são fundamentais. Daí a necessidade de levar o aprendizado às ações.

    E mais. Nossa jornada evolutiva depende apenas de nós. Mas, aos impacientes (como eu, por exemplo) deixo uma frase que adoro extraída do livro denominado "Sabedoria de Pai João" do Médium Robson Pinheiro, editora Casa dos Espíritos: "Deus deu como meta a perfeição, mas estabeleceu como prazo a eternidade e, como companheira dessa caminhada, a paciência, pois Ele sabe que estamos muito distantes do ideal e ainda não atingimos a angelitude."

    Obrigada pela belíssima lição que tem o ser humano como seu protagonista!

    Maria Fernanda Canella Nunes
    OAB/SP 230223

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  8. Prezado Maurício,
    não imaginei que um comentário meu, absolutamente despretencioso, pudesse ser objeto da atenção que você dedicou neste artigo. De antemão, agradeço.
    Lendo o texto, concluí que o aparente antagonismo a que me referi, de fato, não existe. Assim como você expôs, creio que uma grande marca possa (e deva) evoluir juntamente com aqueles que ajudam a construí-la. Nestes termos, creio que a parceria entre a empresa e seus colaboradores seja absolutamente salutar. Permita-me, neste passo, justificar a origem de minha leitura inicial (sobre o aparente antagonismo). Trabalhei em empresa, como empregado mesmo, durante quase dez anos, na assessoria do primeiro escalão, de onde emanam as políticas e diretrizes que dão a "cara" da empresa. Ao longo deste tempo, ouvi discursos os mais variados sobre a valorização do "trabalhador", o chamado "capital humano". E não somente ouvi tais discursos, como acreditei neles piamente, a ponto de difundi-los e defendê-los com unhas e dentes. Ingenuidade minha? Quem sabe? O fato é que com base nesta crença, aceitei trabalhar em assuntos que em nada me acrescentavam e que nenhuma satisfação me traziam, como preparar relatórios mensais gigantescos para a matriz da empresa na Europa, alguns (literalmente) com milhares de páginas, muitos dos quais eu duvido que tenham sido lidos uma vez sequer. Vesti a camisa da empresa a ponto de abrir mão de minha própria identidade, identificando-me ao telefone como: "Aqui é Bruno, da empresa Tal". Até o dia em que percebi que os dircursos nada mais eram do que meros discursos. Na prática, a teoria era outra. A decepção foi grande, comparável com quando alguém em quem confiamos trai nossa confiança. Já desvinculado da empresa, eu era um Bruno "Sem Sobrenome". Passado algum tempo, e depois de algumas reflexões, cheguei a algumas conclusões (que longe de serem verdades absolutas, servem para mim, e para mim somente). O trabalho não é um fim em si, mas uma das formas de realização das potencialidades do ser humano. Quem já produziu algo a partir do zero, e sentiu-se satisfeito e orgulhoso por isto, por certo entende o que digo. Assim, minha relação com o trabalho mudou sensivelmente. Busco hoje trabalhar em assuntos que façam sentido para mim, e que sejam vinculados com meus valores e minhas crenças. Isto fez com que eu passasse a dizer "não" para alguns serviços, ainda que relativamente bem remunerados. Em outras palavras, mudei minha relação com o trabalho. Entendo que, hoje, o trabalho está a meu serviço. Não há hoje, para mim, muito espaço para que eu me torne escravo do trabalho. Como disse, é um instrumento para minha realização como ser humano. Esta fala pode ser tida como idealista ou mesmo utópica, mas não tenho a pretensão de querer que a admirem. A admiração (assim como a discordância) de quem quer que seja são sentimentos absolutamente fora da minha esfera de controle, e respeito que cada um faça seu juízo de valor - assim como exijo o mesmo respeito em troca. Hoje me engajo em trabalhos com os quais me identifico. E nestes trabalhos envolvo-me por inteiro, como profissional que presta serviços e como pessoa, seja remunerado, voluntário ou pro-bono. Assim faz mais sentido para mim.
    É muito bom que existam pessoas que, como você, defendam a conciliação das expectativas pessoais com as expectativas corporativas, como elemento de ganho para ambas as partes. E os "ganhos" do profissional/trabalhador transcendem em muito a mera remuneração em dinheiro. Sim, dinheiro é bom. Mas não, dinheiro não é tudo.
    Um forte abraço, professor.
    Bruno.

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  9. Olá, Bruno.
    Agradeço mais uma vez pela excelente contribuição para essa reflexão. Propague essa postura por onde estiver. Continue fazendo aquilo que tem sentido para você. Isso é realização pessoal.
    Um abraço cordial.
    Mauricio A Costa
    Autor de 'O Mentor Virtual'
    Editor do Blog Marcas Fortes.

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