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sábado, 16 de outubro de 2010

Indolência. O Maior Inimigo de Uma Marca Forte




Por Maurício A Costa*

“Uma nuvem não sabe por que se move em tal direção e em tal velocidade; Sente um impulso... é para este lugar que devo ir agora. Mas o céu sabe os motivos e desenhos por trás de todas as nuvens, e você também saberá, quando se erguer o suficiente para ver além dos horizontes” (Richard Bach em Ilusões. As Aventuras de um Messias Indeciso – Pág. 98/99 – Record – Rio de Janeiro – 1977.)

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Certo dia, sentado nas escadarias de um velho templo na cidade de Santiago de Compostela, eu conversei demoradamente com um mendigo que ali esmolava. Curiosamente, para minha surpresa, e até um pouco de frustração, descobri que ele era um brasileiro. Um homem de quarenta e poucos anos, embora aparentasse muito mais por conta do seu estado maltrapilho, e que vivia na Espanha há muitos anos. A princípio, senti-me compadecido daquele farrapo humano, que havia largado tudo para trás, inclusive a própria família, por sentir-se tímido e inseguro diante das adversidades, e por conta disso, entregara-se à bebida, como forma de fugir à realidade.  

Minha reação inicial na ocasião foi de compaixão, por conta da tendência humanista que carrego. Entretanto, algumas horas mais tarde, refletindo sobre aquele diálogo quer durou mais de duas horas às portas da Capilla de las Animas, me dei conta da covardia daquela criatura humana diante da vida. Sua atitude revelava claramente um visível comodismo diante de seus desafios. Sua indolência, o levara àquela situação de derrotado.

Hoje, vários anos depois daquele episódio, dou-me conta de 'quantos seres humanos com os quais nos defrontamos diariamente que se acovardam diante da vida ao primeiro sinal de turbulência. Quantos homens e mulheres que se encolhem e se escondem por trás das enormes muralhas de seus mundos pessoais, assustados e inseguros por se sentirem pequenos diante de problemas que julgaram maiores que eles próprios'.

Quantas vezes não nos flagramos em atos de autêntica covardia diante de desafios? Quantas vezes não nos pegamos agindo diversamente do discurso que ecoamos em todas as direções. Afinal, todos nós, invariavelmente, vivenciamos imprevisíveis momentos de turbulência de alguma forma. A covardia nesses instantes costuma ser a reação instintiva diante do medo e da insegurança que paralisa nos momentos desafiadores. Nessas horas, é de extremo valor a ajuda que vem de fora, nos fazendo levantar a confiança. Em situações assim, a religião costuma ganhar importância transcendental, por estimular a fé e autoconfiança, mas, com certeza, uma mão amiga, e uma palavra de direcionamento podem sem dúvida operar milagres. A energia do amor nesses momentos tem poder inigualável.

Ao longo de minha existência, me deparei freqüentemente com pessoas cuja auto-estima é lamentável; gente cuja confiança em si própria é muito abaixo do quanto elas poderiam e deveriam demonstrar em suas vidas. Em muitos casos, freqüentadores assíduos de templos religiosos da mais diferentes denominações. Ouvintes de belos discursos, mas omissos na prática daquilo que ouvem; esquecidos ou alheios ao que recomendava Tiago; o mártir de Compostela: “Sede cumpridores da palavra e não apenas ouvintes; isto equivaleria a vos enganardes a vós mesmos(Tiago 1:22) Mais que isso, ignorando a máxima ensinada também pelo mesmo Santiago de que, “assim como o corpo sem alma é morto, assim também a fé sem as obras é morta” (Tiago 2:26), criticando com veemência o falso acreditar, o professar de uma fé superficial, que demonstra um agir e viver como um fantoche. Uma marionete manipulada por espertalhões e falsos profetas. 

Essa incoerência nas atitudes revela um dos maiores inimigos que carrega um ser humano dentro de si mesmo, o comodismo. A passividade ou inércia diante dos desafios que a jornada apresenta, na maioria das vezes oculta por trás de uma falsa imagem de vítima do próprio destino. A inércia começa pela preguiça física e mental diante da necessidade de preparação, observada, por exemplo, na displicência com a leitura de livros, ou na busca de ensinamentos e informações que possam ajudá-lo a suprir seus conhecimentos e assim superar adversidades. É comum vermos também muitos executivos que, em momentos de turbulência subestimam o apoio de um ‘coach’ em suas carreiras, ou empresários que de forma vaidosa ou arrogante dispensam a ajuda de consultores que possam mostrar-lhes alternativas, por sentirem-se convencidos de que sabem o suficiente para tomar suas decisões.

Como diz 'O Mentor Virtual': 'Há muitos que desejam ardentemente seu crescimento pessoal e se lastimam de maneira incessante da miséria cultural ou econômica em que vivem. Todavia, não fazem absolutamente nada para que isso mude. Vivem como algas no fundo do mar; ora estão presas aos arrecifes de onde brotaram, outras, boiando ao sabor das marés, que as levam sem destino em qualquer direção'. E como nos ensina Clemente Nóbrega, em seu livro, 'Em Busca da Empresa Quântica“A condição para crescer e evoluir é manter-se aberto aos sinais de fora. É querer a mudança”, (Pág. 253 – Ediouro – Rio de Janeiro – 1996). - Essa mudança é imperativa e urgente, em função da necessidade de adaptação ao mundo caótico, que se modifica numa velocidade extremamente veloz. Não dá para continuar assistindo passivamente, apenas como espectador a transformação do ambiente, como um alienado diante do chamado que a própria vida impõe. Torna-se imperativo reinventar-se nesses momentos. Redescobrir-se e avançar ainda que contra todas as probabilidades. 

A covardia pode custar caro. A indolência, o comodismo e a inação podem gerar corrupção ou degeneração de órgãos vitais. Vida é constante pulsação, e exige  movimento ininterrupto. Quando cessa o pulsar, a corrupção, sob a forma de radicais livres, resultado da ação de um conjunto de células degenerativas, se aloja dentro de um organismo saudável e dele extrai-lhe toda seiva. Sua proliferação ocorre por conta da ausência de comando, a omissão diante do perigo, ou contaminação generalizada que se estabelece no sistema de um vegetal, um animal, um ser humano, uma empresa, ou uma nação. É assim que a beleza da vida se esvai e a destruição se estabelece. A inércia e a omissão são as principais cúmplices da morte.

Uma marca para tornar-se forte exige 'ação'. Iniciativa embasada em preparação e vontade. A superação será consequência da determinação para encarar aquilo que desafia, e enfrentar o 'novo' com ousadia. Na maioria das vezes esse 'desconhecido' não passa de um momento de passagem para novas etapas a nos proporcionar evolução ou crescimento. Em determinadas situações, no entanto, como modernos gladiadores em meio  ao circo de inusitadas situações, iremos nos deparar cercados de feras que precisaremos enfrentar, conscientes de que não há outra saída senão lutar com bravura. Nossa postura confiante diante do imponderável, e a coragem diante desses desafios é que irá definir o final da nossa história.
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*Mauricio A Costa, é Estrategista. Sócio Fundador da SUPPORT BRANDS, empresa de projetos e assessoria para alavancagem de receitas e rentabilidade. Sua experiência internacional está focada em assuntos ligados ao pensamento estratégico voltado à inovação, criação de valor agregado, e fortalecimento de marcas - comercial ou corporativa. Está disponível, sob consulta, para atuar como Executivo, Estrategista ou Membro do Conselho de Empresas de qualquer porte.

É o idealizador do Projeto Mentor Virtual, organização comprometida com o despertar da consciência humana, a valorização da vida e o apoio à construção da marca pessoal. Suas palestras, seminários e workshop - presenciais, 'in-company', ou por vídeo conferência - estão disponíveis, sob consulta, para associações, universidades, escolas, ou empresas em qualquer região ou país.


15 comentários:

  1. Caro amigo Mauricio,

    Fiquei surpresa ao ler este artigo, quando ao despertar de uma noite passada com minha irmã Deborah,que sem darmos conta, estivemos justamente conversando sobre nossa, "minha" indolencia diante das dificuldades da vida.

    Fui uma dessas "aprendizes" da corrupção degenerativa da minha própria saude, permanecendo alguns anos como algas no fundo do mar.

    Acabei nesta época da minha jornada, "adquirindo" um agressivo cancer de tireoide; O que me custou o dificel testemunho ao olhar-me no espelho e não reconhecer-me como pessoa.

    “A condição para crescer e evoluir é manter-se aberto aos sinais de fora. É querer a mudança”,

    Minha persepção e a imensuravel ajuda do universo, fez-me retomar as rédeas da carroagem com coragem e consciencia de que não sou mais uma ouvinte simplesmente.

    Foi muito dificel recolher os cacos e restaurar a pessoa que existe dentro da aprencia, da beleza, da vaidade e da ilusão de que podemos realizar a obra sem a fé.

    Te agradeço muito pelo envio destas sabias e confortantes palavras de amizade, respeito e amor.
    Obrigada,
    bacione
    Claudia Basso

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  2. GOSTEI MUITO , PARA ALGUMAS PESSOAS O PAPEL DE VITIMA É MAIS FACIL. SÃO MANIPULADORES DOS SENTIMENTOS .
    OBRIGADA , ABRAÇOS ALEGRES.

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  3. Nosso querido Mentor Virtual Mauricio A Costa, obrigada pelo convite...Como sempre assuntos de suma importância para todos nós em especial.
    Mauricio penso que, a fé em si mesmo não é a solução de nossos problemas, mas creio que é um meio pelo qual podemos dominar nossos temores e dúvidas, nosso desapontamento e desespero; o meio pelo qual podemos encontrar a coragem para avançarmos na vida e resolvermos nossos problemas, e isso advém de uma força que se torna ação.
    Todos nós sabemos diferenciar o certo do errado, embora nem todos nós façamos o que é certo. Como disse um amigo meu recentemente: “Não seria fácil se só pudéssemos fazer o que temos que fazer?”
    Isto é resultado de autodisciplina e autocontrole, que John Locke descreve como “o mais precioso de todos os nossos bens...”
    Penso que desenvolver o autocontrole é um dos testes mais rígidos que enfrentamos. A cada momento de nossa vida, somos reis ou escravos de nós mesmos. Quando nos rendemos a um desejo errado ou a qualquer fraqueza ou falha humana, somos escravos, mas se dominarmos esses erros, ou fraquezas estaremos criando um novo EU. E assim sendo estaremos dirigindo nossa vida com força e sabedoria. O autodomínio nos dá o poder de seguir nossas convicções e de melhor suportar os períodos difíceis que certamente enfrentaremos na vida.
    Mauricio, há um pensamento de um teólogo inglês que eu gosto muito e diz assim :
    “Os grandes momentos não fazem os heróis ou os covardes, mas simplesmente os revelam aos olhos dos homens. Silenciosa e imperceptivelmente, acordados ou dormindo , ficamos mais fortes ou mais fracos, e finalmente uma crise qualquer denuncia aquilo em que realmente nos tornamos”.
    “O homem tem dois criadores, seu deus e ele mesmo. Seu primeiro criador fornece-lhe o material bruto de sua vida... (mas) é o que o homem faz de si mesmo que conta.”

    Você sempre nos deixou um grande legado: “Somos Eternos Aprendizes”.
    Abraço Cordial meu grande amigo Mauricio A Costa.

    Ana Claudia Nardiello

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  4. Caro Maurício
    Achei tanta confirmação de muitas experiências e acontecimentos na minha vida atual no Brasil em seu texto sobre indolência. Saiu da minha terra materna, Suíça, 9 anos atrás (por isso meu Português ainda está bastante fraco) em busca de respostas para as perguntas, que ficaram gravadas apos várias viagens no Brasil: Porque um pais tão rico de beleza, de criatividade e de calor humano sofre com uma desigualdade tão grande? O que eu posso fazer como estrangeiro para contribuir com soluções? Aprendi ao longo do tempo, que a pobreza não é apenas resultado da situação familiar, mas em muitos casos, da indolência. Trabalho com jovens de famílias de baixa renda, tentando motivá-los e estimulá-los, para sair dessa letargia que adotaram dos pais e que continuam praticar. Buscei criar opportunidades para que els possam fazer experiências positivas e celebrar successos. Fundei uma escola de profissionalização (sem fins lucrativos) na área de marcenaria que, hoje, depois anos de luta - até contra a indolência do poder público - começa se estabelecer e está lançando agora sua marca própria. Também a respeito desta marca, gostaria muito (sem querer abusar) traocar ideias com você. Mais informações sobre a organização que fundei em Campo Grande MS (GIRA Solidário) e a escola (Escola Pau/Brasil) que montei como modelo de "Empresa em equilíbrio econômico, ecologico e social", você encontra nos sites: www.girasolidario.org.br e www.trendo.com.br
    Seria um grande prazer conversar e aprender mais com você. Stephan Hofmann

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  5. Professor,

    Muito obrigado pelos ensinamentos. Adorei! Muito sucesso amigo!

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  6. Mauricio, por muitos anos vivi esta 'indolência', sentindo pena de mim mesma e descarregando todos os meus fracassos em uma 'Doença'. Até que um dia apareceu um 'Anjo' em minha vida, com palavras que diziam-me que tudo podia ser diferente. Aceitei o desafio. Hoje, já não sinto pena de mim mesma nem sinto-me fracassada. Estou vivendo!!!
    Obrigada, meu 'Anjo'...
    Obrigada, Mauricio.
    por: Amarílis

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  7. Oi Maurício,

    Estou fazendo um curso e me preparando para ser uma coach. O que pude perceber de mais importante neste curso é que desenvolvemos crenças e valores pessoais e isso faz toda diferença para que alcancemos nossa metas e sonhos. Uma pessoa que está na vida sem prosperar, sem uma atitude de ação é porque desenvolveu uma forma de pensar que a levou para este tipo de comportamento, talvez não tenha tido a força necessária para buscar com fé uma alternativa de sobrevivência mais digna, desenvolveu a crença do abandono de si mesma, ou ...enfim, não podemos salvar o mundo, podemos apenas através de nossa observação e compaixão evoluirmos para uma compreensão ainda maior de tudo que nos pertence.
    Adoro ler seus posts e fico muito feliz de poder compartilhar idéias com você.
    Espero que possa dar uma olhadinha nas minhas postagens para também me dar opiniões. Seria o máximo!
    Forte abraço

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  8. Maravilhoso texto!!!! realmente, a hora da mudança é Agora e é preciso coragem para desafiar todo um sistema de crenças, arraigado dentro de nós...Vencer os desafios que essa coragem nos expõe é a principal atitude que devemos ter diante da Vida, que se apresenta de braços abertos, apenas nos esperando...Persistência e Fé! Força e Determinação! Forte abraço e grata por compartilhar essa Sabedoria! Forte Abraço!

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  9. Normalmente não aceito convites de amizade de quem não conheço. A sincronicidade da vida me fez examinar melhor teu convite. Assim encontrei este artigo que muito me serve. Te peço liceça para compartilhar com alguns amigos.
    Muito grato.

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  10. Pois é Mauricio, a gte tem tendência a se acomodar. Depois que me casei e tive 2 filhas, acostumei com a "vidinha" que levo. Muito boa aliás. Mas, me anulei profissionalmente para cuidar da família. Sou feliz assim, mas fico sempre pensando que estou acomodada demais...e fico com um pouco de medo de mudar. Depois que a idade vai chegando..as oportunidades profissionais vao se acabando.
    Adoro vc!!!!! Te aconpanho no face.
    bjos

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  11. Ciao Mauricio! E' sempre una bella sorpresa ricevere i tuoi inviti. Gli argomenti che tratti sono sempre molto coinvolgenti. E' quasi impossibile non lasciare un commento. Sono temi che in un modo o nell'altro ci riguardano. INDOLENZA. Nasce etimologicamente dal latino, INDOLENTEM. IN = Non , DOLENTEM = dolente, sento dolore. Che non prova e non dà dolore. Metaforicamente: Non curante, e quindi negligente, pigro. Il vero inno alla più totale non azione. La mia vita mi ha portato al cospetto di una figura per me importante, fondamentale per la mia formazione ma pericolosissima. Mio padre. Era la vittima di se stesso. Trovava ogni scusa per non fare nonostante avesse tutte le capacità e possibilità. I suoi momenti li divideva con il suo migliore amico, l'alcool. Ha fatto tanto per distruggersi che alla fine c'è riuscito. Almeno di qualcosa è stato capace. Affari suoi. Io ho rischiato di diventare come lui, con problemi di autostima, determinazione, sicurezza....ma grazie a mia madre che inconsciamente instillava in me quella voglia di reazione, il miglior antidoto contro l'indolenza, sono riuscito a tenermi a galla e ho cominciato a navigare. Nulla è stato facile e non lo è tutt'ora. Non posso negare che ho avuto anche una buona stella che mi ha sempre accompagnato, o quasi. Ho 50 anni e vado ancora a scuola dalla vita. Il mio motto? "Muoviti! La vita ha bisogno di te!"

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  12. Como uma nuvem , também não sei bem para onde vou...mas vou ,seguindo um impulso arrebatador que me atira de encontro a mim mesma e ao mundo que me cerca. Se de tudo, nada der certo, terá valido o passeio pelo céu e a lição de que melhor ser uma cumulus nimbus que se move com paixão destruidora, que simplesmente pairar no azul inerte do firmamento. Linda matéria ! abs Denise

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  13. Parabéns, Maurício . Tuas palavras tem a capacidade de sintetizar momentos de minha vida, de forma suave e ao memso tempo incisiva.Abraços e um excelente fim de semana.

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  14. CARO MAURÍCIO!GOSTEI MUITO DE SUA POSTAGEM SOBRE A INDOLÊNCIA E FIQUEI COMOVIDA COM OS DEPOIMENTOS QUE LI. SÓ POSSO TE DIZER QUE DEUS ILUMINE CADA VEZ MAIS A TUA VIDA PARA QUE VOCÊ POSSA CONTINUAR A LEVAR TODA ESSA LUZ QUE ESTÁ ILUMINANDO A VIDA DE TANTAS PESSOAS!PARA MIM,É SEMPRE UM PRAZER LER TUDO QUE VOCÈ ESCREVE!DÁ PARA SE VER QUE VOCÊ ESCREVE COM AMOR E ISSO,ALIADO AO SEU GRANDE CONHECIMENTO E SENSIBILIDADE,TORNA A LEITURA AGRADÁVEL!UM GRANDE ABRAÇO! MARISA GAZZI XAVIER

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  15. Comentário de Ju Petek sobre o artigo 'Indolência' na Página do Facebook:

    "Meu caríssimo amigo, esse artigo me atingiu como uma bomba, cada palavra escrita foi direta, seca, dura e realista prá dentro da minha alma. E me alertou quanto a minha inércia, comodismo, zona de conforto aparente .... Tenho muito ainda que aprender, realizar, questionar e ensinar.
    Você é meu oásis, minha estrela guia, meu anjo a abrir novos caminhos. Obrigada.

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