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sábado, 28 de agosto de 2010

A Marca Pessoal Como Base da Marca Corporativa






Por Mauricio A Costa*

“É necessário firmarmos nossas convicções antes de nos lançarmos em ações livres e conseqüentes. Isso vai nos fortalecer intimamente, condição necessária para a construção das trincheiras internas que nos defenderão das pressões do meio social. Aí sim, poderemos percorrer as estradas que escolhemos. Se não conseguirmos construir posições internas sólidas, de nada adianta acusarmos a estrutura social de escravizante e opressora, uma vez que estaremos apenas nos escusando de assumir nossa incompetência”. (Flávio Gikovate em ‘A Liberdade Possível’ – 3ª Ed Revista - Pág. 242 – MG Editores – São Paulo-SP – 2006).
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Recentemente, numa reunião com certo empresário, fui questionado com a seguinte pergunta: “Porque, sendo você um homem com tamanha experiência como executivo, empresário e consultor de empresas dedica a maior parte do seu tempo a falar de construção da marca pessoal? - Por que não fala ou escreve mais sobre os verdadeiros problemas que afligem uma empresa como o descalabro tributário que destrói a maioria dos sonhos de qualquer empreendedor, ou sobre assuntos de estratégias de marketing que você domina tão bem?” Confesso que de início fiquei um pouco chocado com a pergunta e até repeti a pergunta para mim mesmo por uma fração de segundo. Afinal, pensando por instantes como meu interlocutor, na qualidade de consultor ou assessor de empresas eu deveria me preocupar mais com os problemas e desafios da empresa e menos com as pessoas, que eventualmente podem até ser transitórias no empreendimento. A dúvida, no entanto, não durou mais que o tempo de uma respiração profunda, e a resposta saiu automática da minha boca, como se já estivesse pronta a milhões de anos: “Nem mesmo Deus, achou que valeria a pena ter uma idéia tão brilhante como a de criar o mundo se não tivesse com quem partilhar seu empreendimento, e por conta disso construiu sua própria equipe, ao delegar poderes iguais aos seus, transformando seres irracionais em deuses”. Portanto... continuei: “A importância das pessoas na formação de uma grande marca começa no próprio ‘Gêneses’. Deus, a maior de todas as marcas, não faria qualquer sentido se não existissem as pessoas; Ele se realiza e se torna visível através do ser humano, fora disso seria apenas uma idéia”.

Meu interlocutor permaneceu calado por alguns instantes, olhando para mim como se eu fosse um ET e em seguida me falou: “Acho que você foi muito longe com essa... Sua resposta me assusta, ao pensar na dimensão da importância das pessoas para minha empresa...” ao que eu completei com um sorriso brincalhão, quase ingênuo: “Bingo!”. Em questão de minutos, estava concluído um trabalho de consultoria que poderia levar meses de discussão e análise. Durante os momentos seguintes, após esse inusitado diálogo, comecei a falar sobre um termo criado pelos americanos para definir tudo isso, chamado ‘stakeholders(Recomendo a leitura da explicação sobre esse termo no endereço:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_do_stakeholder), que em português poderia ser definido como ‘todas as partes envolvidas em uma atividade ou processo qualquer na construção de um empreendimento’. Os tais ‘stakeholders’ de uma organização são, portanto, seus investidores, seus consultores, seus acionistas, seus clientes, seus fornecedores, bancos, governos, profissionais liberais, instituições, associações, e principalmente sua EQUIPE. Enfim, todos aqueles que, de alguma maneira contribuem para agregar valor à sua marca.

Ao analisarmos o assunto com um pouco mais de profundidade, veremos que a realização de um simples projeto depende na verdade de um imensurável número de pessoas, envolvidas direta ou indiretamente na sua execução. Gente, gente, gente... Muita gente. Dezenas, centenas, milhares de pessoas interligadas para que esse projeto tenha sucesso. Cada uma delas com o poder de alterar significativamente a evolução e até mesmo o resultado final de uma idéia entusiasticamente encetada por um empreendedor. Uma informação incompleta, uma orientação mal definida, ou uma interpretação equivocada, pode ser o suficiente para gerar um efeito dominó de proporções inimagináveis. Querer estruturar um empreendimento sem se preocupar com os valores  e crenças que fazem parte da índole das pessoas nele envolvidas pode ser fatal à construção de um sonho. 


Lamentavelmente, tenho observado que a grande maioria dos empreendedores não leva em conta essa interconexão do seu negócio, e subestimam as relações humanas dentro e fora de suas empresas. Ignoram o que dizem as pessoas a cerca de sua empresa, seus líderes e suas ações. Mais ainda, desdenham quando se fala da importância de marca individual na formação da marca corporativa. Como uma galáxia, uma planta, ou uma simples formiga, todo e qualquer conjunto é formado pelas partes que o compõem; da força resultante da interação e sintonia dessas partes depende o equilíbrio, o funcionamento e a sua própria sobrevivência.

Estou certo de que é decisivo para o empreendedor, levar em consideração o fato de que uma grande marca é formada pelo encadeamento de várias pequenas marcas individuais, e é neste ponto que focalizo toda minha atenção como consultor: a importância de se investir na construção da marca pessoal. Não estou falando aqui em treinamentos técnicos; minha preocupação diz respeito ao ser humano por trás do profissional, pois se esse não estiver bem consigo mesmo, seu lado profissional será subutilizado, quiçá, deteriorado. Não destaco apenas as equipes internas, ou colaboradores diretos, é preciso conhecer todos os evolvidos no processo. 

Comandante Rolim Amaro
Certa vez, tempos atrás, num encontro casual no Aeroclube de São Paulo, onde éramos sócios, tive uma conversa informal com um inesquecível amigo, o Comandante Rolim Amaro, fundador da TAM. Lá pelas tantas, depois de muito falarmos sobre aviões, que era nosso assunto favorito, fiz uma curiosa pergunta de caráter mais formal: “Rolim, ao que você credita o sucesso da sua Empresa?” – Ao que ele me respondeu sem pestanejar: “Sabe, Comandante MAC... (esse era meu nome de pista na aviação, resultado das iniciais do meu nome), ...respondeu ele em um tom quase formal... Um dia, folheando uma revista, li uma frase dita por Walt Disney ao lhe dirigirem essa mesma pergunta, onde ele respondeu: ‘Para ter sucesso no meu negócio, eu contrato um sorriso, e treino a técnica’... Eu aprendi então, que para meu empreendimento dar certo, precisaria ter comigo pessoas que estivessem sempre de bem com a vida”, concluiu ele, com um sorriso de felicidade, que para mim era o próprio sorriso do sua equipe. Saí daquele encontro com a sensação de haver feito uma pós-graduação em administração de empresas em poucos minutos.

Algum tempo depois, em um vôo internacional da antiga VARIG entre São Paulo e Frankfurt, ao perceber um visível mau humor da Equipe de Bordo, eu me lembrei desse diálogo com o Comandante Rolim no Campo de Marte, e perguntei a uma das comissárias ‘onde estava o sorriso dela’... Ao que recebi imediatamente como resposta: “Não somos pagos para sorrir”. Confesso que, de imediato, me senti mal e fortemente decepcionado; e com uma ponta de amargura pensei... ‘se todos pensarem assim nesta empresa ela não vai durar muito’... (Embora nessa época a VARIG estivesse muito bem e fosse a maior empresa aérea brasileira).

Comparando hoje esses dois diálogos, recordo com saudade do amigo Rolim, e com pesar o destino que teve a VARIG por ignorar a importância do inter-relacionamento íntimo da empresa com sua Equipe e vice-versa. A doença que envenenou a Empresa chegou a contaminar sua sucessora, a GOL, um empreendimento originalmente bem sucedido, mas que perdeu seu viço ao absorver algo deteriorado.  Ao mesmo tempo, o crescente sucesso  da TAM, pelo menos até a morte do Comandante Rolim, mostrou o quanto ele estava certo. Ele sabia que uma grande marca só se constrói com marcas individuais fortes. Por isso, investia em valores, e desde o momento da contratação de suas Equipes fazia questão que cada um vivenciasse a Empresa como sendo sua, transferindo aos clientes a sensação de estar de bem com a vida, por fazer aquilo que gostavam, e o fazer com entusiasmo. Marcas Pessoais Fortes. Essa era a visão que ele trazia como seu grande segredo. Espero que seus familiares e os executivos continuadores de sua obra tenham mantido inabalável esse credo do Rolim. 

As empresas de sucesso, serão aquelas que conhecerem de perto seus 'stakeholders' e, mais que isso, que entendam que eles são mais que um simples aglomerado de 'pessoas'. São na verdade conexões humanas, carregadas de energia de todo tipo e intensidade. Gente alegre e gente frustrada. Alguns bem intencionados, outros nem tanto. Muitos torcendo para que tudo dê certo, outros destilando energia negativa ou manipulados por terceiros para produzir corrosão. Só um trabalho sério de 'branding' (construção da marca corporativa) poderá ser decisivo para um interagir de todos, e criar a unidade que de alguma forma irá afetar positivamente o futuro do empreendimento.

Investir na Marca Pessoal, no entanto, não é preocupação exclusiva da empresa; deve antes, ser uma tarefa e um desafio individual de cada um. Desde a hora em que acordamos, estamos construindo nossa marca, uma vez que estamos sendo observados por aqueles à nossa volta. Pais, filhos, cônjuges, amigos, inimigos, clientes, fornecedores... até mesmo o cachorro; todos nos observam; e partir dessa observação, criam uma percepção, um conceito que para eles define nossa marca. Seremos vistos então como leais, confiáveis, determinados, ousados, serenos... Etc. ou como preguiçosos, falsos, acomodados, arrogantes, egoístas, despreparados, desequilibrados, ou outro qualquer conceito que possamos criar com nossas atitudes. Por essa razão, quando insisto em dedicar um foco maior do meu trabalho como consultor ou coach, na atenção às pessoas, viso antes de tudo, despertar a consciência para os verdadeiros valores que fazem uma marca brilhar. Valores que, de alguma forma ajudam a produzir credibilidade, conceito maior de uma marca forte; por saber que a somatória dessas marcas individuais é o que irá definir a força da marca 'guarda-chuva' que os acolhe.

Mesmo que você tenha perdido algum tempo de sua vida com decisões equivocadas, em consequência de ambição, más companhias, preguiça ou indolência, ainda é tempo para mudanças. Não se entregue ao comodismo de achar que tudo está perdido e que não vale a pena fazer correções. Ainda é tempo. O importante é tomar consciência desses equívocos, sabendo que todos à sua volta, sem exceção, cometeram deslizes e erros, quem sabe, maiores que os seus. Eles estão apenas encobertos sob fachadas de hipocrisia ou protegidos pelo poder, dinheiro, ou ambos. Portanto, desperte o maravilhoso ser humano que vive em você e aposte tudo naquilo que é seu potencial. Invista em seus dons e talentos, porque você é único, e não será qualquer rótulo criado por outros, ou por fantasmas de sua mente que irá destituí-lo do poder imensurável que carrega na alma. Sua marca pessoal nasce no âmago do seu ser, e apenas a você caberá imprimi-la por onde passar, deixando seu legado.

Encontre a Empresa certa que acredite em seu talento e revele no sorriso a energia inefável do universo fluindo através de você. Se essa empresa ainda não surgiu em seu horizonte, crie seu próprio empreendimento. Não importa o tamanho dele. Ainda que ele seja formado ‘apenas’ por você, basta que esteja carregado de entusiasmo para que se torne respeitado e desejado. A partir daí,  trabalhe na construção da sua visibilidade para gerar sinergia. É por aí que o universo irá conspirar a seu favor. 
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*Mauricio A Costa, é Estrategista. Sócio Fundador da SUPPORT BRANDS, empresa de projetos e assessoria para alavancagem de receitas e rentabilidade. Sua experiência internacional está focada em assuntos ligados ao pensamento estratégico voltado à inovação, criação de valor agregado, e fortalecimento de marcas - comercial ou corporativa. Está disponível, sob consulta, para atuar como Membro do Conselho de Empresas de qualquer porte.

É o idealizador do Projeto Mentor Virtual, organização comprometida com o despertar da consciência humana, a valorização da vida e o apoio à construção da marca pessoal. Suas palestras, seminários e workshop - presenciais, 'in-company', ou por vídeo conferência - estão disponíveis, sob consulta, para associações, universidades, escolas, ou empresas em qualquer região ou país.




4 comentários:

  1. Caro Maurício, mais uma vez as suas reias impressões do mundo empresarial e no seu conjunto são expressivos e consistentes, porem eu tenho algo bem real para falar, no contexto atual, o que mais desmotiva os empresários, são os projetos que começam e não terminam nunca, a falta de manutenção porque tudo é dinamico, as incertezas na manutençao de um quadro de pessoal treinado que culmina com a própria anciedade dos jovens iniciantes, que querem prosperar rapidamente, mas não querem ficar estanques por muito tempo em uma só atividade ou Empresa, um profissional novo que é contratado, vem com uma outra idéia e dessa forma é necessário começar tudo de novo. Enfim poucos são os trabalhos que conclui e que tenha as devidas manutenções, mudou uma tecnologia, a estrutura organizacional e a politica passa a ser outra, uma nova necessidade, uma nova materia prima e tudo muda e os trabalhos permanece sem a manutenção, os empresários querem apenas saber, quanto precisa pagar hoje e quanto sobrou de dinheiro se sobrou, caro amigo esse assunto dá uma senhora palestra e tenho certeza que todos, vão se voltar para Deus...
    Pedro Rombola

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  2. Tive oportunidade de conhecer a sede do Google na Califórnia, e fiquei impressionada com a qualidade de vida dos funcionários e com a atenção desta Empresa a todos sem exceção. Para ter um idéia, todos acabam por se encontrar mesmo nos finais de semana para jogos e outras diversões que a empresa promove.
    Acho que não se pode mais conceber um empresa sem que os funcionários tenham conforto e respeito em seu ambiente de trabalho.Atenção em suas necessidades de aprimoramento e crescimento profissional.
    Peças descartáveis não tem retorno.
    Acho que esta visão está ultrapassada.
    Vejo que você está sempre a frente de seu tempo e que prioriza quem realmente faz a grande diferença em qualquer empreendimento.
    Seres humanos que valorizados terão melhores condições de produzir.Mais e melhor sempre
    Cydia Alves Pereira de Souza

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  3. CARO MAURÍCIO!SOU TOTALMENTE FAVORÁVEL À VALORIZAÇÃO DO SER HUMANO EM QUALQUER EMPRESA OU EMPREENDIMENTO E DA CONSCIÊNCIA QUE TODOS DEVEM TER DA IMPORTÂNCIA DA SUA CONTRIBUIÇÃO E DO SENTIDO REAL DE EQUIPE PARA O SUCESSO DA MESMA!PORTANTO,TODOS DEVEM ENTENDER QUE SEU TRABALHO NÃO É MAIS NEM MENOS VALIOSO QUE O DE SEU CHEFE!CADA COMPONENTE DA EQUIPE DEVE OBSERVAR SEU COMPANHEIRO E VER SE ELE ESTÁ ALEGRE OU TRISTE PARA PODER AJUDÁ-LO NAQUELE MOMENTO COM SUA ATENÇÃO,NEM QUE SEJA APENAS POR ALGUNS INSTANTES!DA MESMA FORMA,O GERENTE OU DIRETOR DEVE TER A DEVIDA COMPREENSÃO QUE,APESAR DE TODO SEU CONHECIMENTO,ELE PRECISA DO MELHOR DOS OUTROS PARA QUE TUDO FLUA BEM PARA A CONCRETIZAÇÃO DOS SEUS PROJETOS!ACIMA DE TUDO,ELE DEVE FAZER COM QUE TODOS SINTAM OS PROJETOS CRIADOS COMO SEUS ,PARA QUE POSSAM TRABALHAR COM MOTIVAÇÃO E,CONSEQUENTEMENTE,COM ALEGRIA!O FUNCIONÁRIO DESCONTENTE DEVE SER TRABALHADO PARA QUE SE TRANSFORME E ENTRE NO MESMO FLUXO DOS OUTROS!NADA É IMPOSSÍVEL QUANDO TEMOS REALMENTE UMA EQUIPE!!!PARABÉNS,MAURÍCIO! ACREDITO VERDADEIRAMENTE QUE ESSE É O CAMINHO DO REAL SUCESSO DE TODOS!UM ABRAÇO! MARISA GAZZI XAVIER-PSICOPEDAGOGA E TERAPEUTA REIKIANA,PROFESSORA E EX-DIRETORA DE ESCOLA.

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  4. Olá Doutor. Conheci seu Blog hoje, através de uma clipagem que recebo aqui na empresa que trabalho, e coincidentemente, você já foi peça atuante em tal. Tenho uma palavra para definir as leituras que pude realizar hoje: VICIANTE. O senhor é um profissional, creio eu, de grande fama, sucesso e estabilidade financeira provavelmente cômoda; resultado de muito trabalho, imagino. Todavia, este seu lado transcendental é simplesmente imensurável. Diante dos teus textos, pude me enxergar em quase todas situações, menos uma que , talvez por medos, eu não consiga encarar: a de ser empreendedor do próprio negócio, e como você disse, "não importa o tamanho, mas mostrando um sorriso, o sucesso é inevitável". Apesar de eu ter 26 anos e um caminho profissional indefinido, luto contra receios, medos e preocupações; diga-se uma luta terrível. Reflito muito e leio sempre que posso, assuntos ligados a esoterismo, bem estar interior e crescimento do Ser, contudo digo: como é difícil segurar com unhas e dentes este lado espiritual, que é o principal aliado ao nosso bem estar tanto pessoal como profissional! Mas como disse, procuro fazer o (im)possível para manter latente esse lado da reflexão interna, de estar de bem consigo e com o mundo. Creio ser a habilidade mais importante a ser escrita em nosso curriculo, currículo da Vida. Este texto em especial é sensacional, mágico e reflete muito a situação que muitas pessoas, principalmente da minha idade, se sentem em certos momentos da vida. Entretanto espero, apesar das minhas dificuldades, que estas pessoas leiam, cultivem informações que julguem importantes para seu crescimento pessoal, da mesma forma que procuro exercer com muito esforço, dia a dia, como estas palavras que soam como aprendizado e reflexão, afim de não perderem-se na escuridão do isolamento, do fracasso e da decepção. Disse em textos mais recentes, que temos o livre arbitrio para ouvir e descartarmos o que quisermos, contudo, devo admitir, que o seu modo de ver as coisas no mundo profissional, aliando o comportamento humano e suprafísico, é algo que realmente devo guardar, arquivar e compreender dia após dia em minha vida. Parabéns!

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